Mau tempo: Ordem dos Advogados quer Plano Nacional de Emergência Jurídica

A Ordem dos Advogados saudou hoje a suspensão dos prazos processuais nas zonas afetadas pelo mau tempo e defendeu a criação de um Plano Nacional de Emergência Jurídica para assegurar uma rede estruturada de apoio às vítimas.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 7, 2026
13:12

é o reconhecimento de que o funcionamento normal da justiça não pode ser exigido quando as condições objetivas de exercício da profissão e de defesa dos direitos se encontram gravemente comprometidas”, defendeu o Conselho Geral da Ordem dos Advogados.


Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.